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Cartas dos leitores

- Jornal O Globo


Publicado em 25 de outubro de 2007

OAB x Segurança

· Eu que não sou especialista em segurança, entendi o que o secretário de segurança do Rio, José Mariano Beltrame, quis dizer quando declarou que o tiroteio na Coréia e no alemão é a uma coisa e nos morros da Zona Sul é outra. O fato de as favelas da Zona Sul se localizarem muito próximas á população justifica inteiramente a sua declaração. Não entendo a razão da crítica contundente da presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB-RJ, Sra. Margarida Pressburger, por algo que basta olhar para entender. Portanto, dona Margarida, limite-se a comentar apenas o que realmente conhece para não dizer bobagens.

LUIZ ALBERTO PERRY

(por e-mail, 24/10), Petrópolis, RJ

· A OAB e ONGs querem desarmonizar o eficiente esquema montado pelo governador e pelo secretário de Segurança no que tange ao enfrentamento á criminalidade, sem combatividade há anos. É claro que o apoio maciço do povo carioca á prática aplicada atualmente por nossas autoridades. Sugiro a OAB tomar conta de si, a qual anda repleta de profissionais pouco gabaritados para o cargo, e as ONGs a olharem a capa do GLOBO de hoje e ver o estado em que se encontram os hospitais cariocas e protestar da mesma forma contra esse absurdo que é a saúde pública do nosso estado.

PAULO ANDRÉ P. MARQUES

(por e-mail, 24/10), Rio

· Como se não bastassem as declarações estapafúrdias e/ou irresponsáveis do sr. Wadih Damous (OAB-RJ), agora o presidente da Comissão dos Direitos Humanos da OAB-RJ, Margarida Pressburger, vem vem aproveitar seus 15 minutos de fama, para distorcer as palavras do secretário José Mariano Beltrame. Qualquer pessoa com um pouco de inteligência e sem outras intenções entende e concorda com as declarações do secretário.

DENIS LESLIE SCHUWARTEN BUSWELL

(Via Globonline, 24/10), Rio

· Seria bem mais proveitoso para o Rio de Janeiro, e para a própria imagem e credibilidade da OAB, se a instituição pautasse as suas preocupações com a violência carioca na expulsão de seus quadros dos rábulas "portas de cadeia" que se associam ao narcotráfico. Se o ingresso diário de celulares, armas e drogas nos presídios e o leva-e-traz de informações (promovidos por tais distintos bacharéis) acabassem, a OAB faria um papel mais digno e útil do que ficar de prontidão para desqualificar qualquer atitude mais enérgica contra a criminalidade.

PAULO CÉSAR CARLOS DOS SANTOS

(Via Globonline, 24/10), Rio

· Estou curioso em relação aos interesses quem movem a OAB a distorcer levianamente as palavras do secretário Beltrame e promover esse desserviço a segurança pública da nossa cidade. A que pode servir esse ambiente de acusação e enfrentamento? Á justiça é que não é.

CÉLIO DA COSTA ALVES

(por e-mail, 24/10), Rio

· Não entendi o porquê de tanta polemica e hipocrisia diante da comparação do secretário de Segurança do Estado do Rio de Janeiro, referindo-se á repercussão entre um tiro em Copacabana e outro tiro na Coréia e no Alemão. Beltrame apenas descuidou-se, externando de forma audível, o que outras autoridades, intelectuais, formadores de opinião etc. pensam, falam, e agem, entre quatro paredes, quando estão tratando de anseios, interesses e reivindicações de comunidades das periferias da cidade. Alguém ainda tem dúvida de que o tratamento dispensado aos moradores da Zona Sul é diametralmente oposto ou voltado para a população da Zona Oeste?

SINVALDO DO NASCIMENTO SOUZA

(por e-mail, 24/10), Rio

· Aguardamos ansiosamente o posicionamento da OAB e de ONGs como a Justiça Global sobre os acontecimentos de ontem: a execução do traficante Gordo, chefe do tráfico da Mangueira, no microondas por seus cúmplices, e o assassinato do policial civil Wagner Carneiro que, assaltado e reconhecido pelos bandidos, levou 15 tiros na porta de sua casa. Será que, como no caso do Morro da Coréia, publicarão manifestos nos jornais, darão entrevista contra os criminosos?

PERCIO LOBÃO GOMES

(via Globonline, 23/10), Rio

· O sr. Wadih Damous veio a público dizer que a operação da Polícia Civil contra criminosos em Senador Camará teve excesso de violência. Dará ele demonstração equivalente á família do policial civil Wagner Castello Branco, executado com 15 tiros na Vila da Penha, quando saía de casa?

FÁBIO DE JORGE ABRAHÃO LEITE

(por e-mail, 23/10), São Caetano do Sul, SP

· Chega de policiais sendo mortos friamente por bandidos, de policiais sendo repelidos com armamento pesado, que derruba até helicóptero. A população precisa ter segurança. Tem que sair do papel a reforma do Código Penal; o Estatuto da Criança e do Adolescente tem que substituir o artigo que dá o direito á criança de rua de permanecer na rua. Lugar de criança é na escola, e ela não pode escolher ficar na rua cheirando cola e praticando delitos. Por que nos presídios não realizam cursos que qualifiquem os presos sem profissão?

GLÓRIA MARIA ROCHA

(por fax, 23/10), Rio

· Embora o debate seja saudável, não se justifica as críticas ao governo do estado pelas ações contra o tráfico de drogas, em especial pela OAB. São operações muito bem planejadas mas que, por aplicar esforço policial em apenas uma das pontas do problema, pouco resultará de positivo se, na outra ponte, junto ás fronteiras, o governo federal não atuar coma mesma eficácia. É preciso que os efetivos das forças de segurança federais, inclusive a Receita Federal, sejam redimensionados para poder fazer face, com intensa vigilância, ás ameaças representadas pelo tráfico de drogas e contrabando de armas que, quando livremente, ingressam em nosso território pelas fronteiras, sobretudo as secas junto ao Paraguai e á Bolívia.

PAULO FREDERICO SORIANO DBBIN

(por e-mail, 23/10), Rio

· Estou cansado de ler declarações de defesa dos direitos humanos na caçada aos marginais utilizando helicóptero. Onde estava a OAB para reclamar com os bandidos que me perseguiram por mais de três quilômetros disparando mais de 13 tiros na Av. Santa Cruz, em setembro, para roubar meu carro? Só desistiram porque eu bati o veículo num ônibus. Minha irmã levou um tiro de raspão e minha namorada teve corte na cabeça com a colisão. Concordo que o governador que estamos em guerra e que essas políticas de direitos humanos conduziram nossa cidade ao caos. Temos que restabelecer a ordem pública tomada pelos marginais.

CRISTIANO GUERRA DE SOUZA

(por e-mail, 23/10), Rio

· Wadih Damous deveria expressar suas opiniões em seu nome pessoal e não usar a OAB para questões polemicas como esta da ação da polícia contra o crime. Seria bom que, quando da eleição para presidência da Ordem, os candidatos tivessem oportunidade de deixar mais claros seus pontos de vista. Estou certo que muitos advogados que o elegeram não concordam com o fato de usar a OAB para emitir tais opiniões.

JOSÉ FRANCISCO CANDEIAS

(por e-mail, 23/10), Rio

· OAB, ONGs, intelectuais e pessoas ligadas a organizações de direitos humanos criticam a ação da polícia na luta contra os marginais. Concordo e, por essa razão, estou organizando um seminário. Convido traficantes, assaltantes e criminosos em geral a participarem. O objetivo é tornar o confronto entre policiais e bandidos sem riscos e menos violentos. Serão temas do seminário: fixação de horários mais convenientes das incursões policiais nas favelas; seleção de armamentos dos bandidos através de critérios técnicos e avaliação custo-benefício; prisões eventuais feitas com cortesia, sem a desnecessária agressividade atual; suguestões de melhorias nas prisões. Com o seminário caminharemos para um confronto educado, gentil e civilizado. Contamos com a presença do pessoal dos direitos humanos.

RUBEM PAES

(por e-mail, 20/10), Niterói, RJ

· As pessoas ligadas a entidades a favor dos direitos humanos que aproveitam qualquer ação de repressão á criminalidade pela polícia para lançarem manifestos de repúdio, com certeza nunca foram vítimas de arrastões, assaltos a ônibus, falsas blitz e outras ações de gangues criminosas, que covardemente atuam contra as pessoas de bem. Se elas tem tanta certeza que a polícia não age corretamente, deveriam fazer um trabalho voluntário nos morros, para convencer os bandidos a desistirem do crime e entregar suas armas, como fizeram milhares de brasileiros na campanha do desarmamento. Espero que, apenas no papo, obtenham êxito.

LUIZ CARLOS BALCEIRO

(por e-mail, 22/10), Rio

· O policial civil Wagner Carneiro Catello Branco foi morto com 15 tiros, na Penha. Gostaria de saber se as ONGs que defendem os direitos humanos desses facínoras e assassinos vão se solidarizar com a família deste policial. Isso sim, é uma execução.

JOÃO LUIZ CAZAROTTO PEREIRA

(via Globonline, 22/10), Rio

· Gostaria de saber da turma de direitos humanos que defende traficantes se já pensaram nas centenas de inocentes cidadãos executados covardemente por bandidos. Nunca vi nenhum deles se preocupar em mitigar a dor das famílias. Que sejam justos e democráticos.

JOSÉ DA SILVA BRAGA NETO

São Paulo, SP

· Toda vez que acontece uma operação policial que resulta em morte de bandidos, é a mesma história. Essas entidades estão dando mais ênfase para as mortes de monstros que não tem o menor respeito pela vida que a morte da criança de quatro anos, vítima desta guerra estúpida.

UBIRAJARA LUIZ DE BRITO SANTOS

(por e-mail)

Publicado em 23 de Outubro de 2007

A guerra no Rio

· O presidente da OAB/RJ se esquece que a sociedade organizada, que sustenta o esta de direito do qual ele tanta se orgulha em defender, está sofrendo uma caçada humana implacável pelos marginais que estão aterrorizando nossas vidas. Isto sim é inadmissível. Em verdade, seus comentários devem ser entendidos como opinião pessoal, até porque desconheço qualquer pesquisa que tenha sido amplamente divulgada entre advogados inscritos nesta seccional para apuração da opinião da classe. Também desconheço alguma campanha feita pela OAB/RJ em solidariedade ou defesa das famílias dos policiais chacinados por bandidos mais bem armados e bem remunerados.

ROSEMARY MARTINS HISSA

(via Globo Online,22/10), Rio

· O presidente da OAB/RJ, Wadih Damous, disse que o homem não pode ser tratado como animal de abate. Como o senhor acha que somos tratados por bandidos? Em qualquer parte do mundo sempre houve suporte como helicópteros, só aqui não pode. Por favor, senhor, vamos deixar de hipocrisia. Direito Humanos...por que não produzam a família do policial morto em combate a essa famigerada guerra como so traficantes do Rio? Deixemos de cinismo e vamos deixar a policia devem ser alvos para saciar a vontades dos banidos que gostam de matar inocentes.

MARIA PORTO DE MENDONÇA CLARK

(VIA GLOBO ONLIN, 20/10)

· O presidente da OAB/RJ já foi lamentável em suas primeiras declarações de apoio a bandidos. E não satisfeito, continua mais lamentável e confuso, associando bandidos com pessoas que combateram a ditadura. E, o que for pior ainda, outorgando-se o direito de falar em nome de toda sociedade. O sr. Wadih Damous deverias falar tão somente em seu próprio nome.

JOSÉ AUGUSTO WANDERLY

(por mail,20/10), Rio

· O presidente da OAB/RJ deveria cuidar mais de fiscalizar a atuação dos seus filiados, em vez de criticar a política de segurança do estado e defender traficantes. È cada vez mais preocupante o envolvimento de advogados com a criminalidade. Ainda hoje o jornal publicou mais um escândalo com a participação de advogados e cartórios do Rio.

MARIA HELENA LIMA MOTA

(via Globo Online, 21/10), Rio

· A OAB/RJ, pela sua tradição e importância, neste momento grave, não deveria se manifestar a favor de assassinos, ao menos em respeito a centenas de pessoas que foram alvo de agressões, ferimentos e lesões gravíssimas, às famílias que perderam seus entes queridos pela sanha assassina desses grupos e, também, aos numerosos agentes da lei que tombaram no cumprimento do dever, A sociedade, que paga seus impostos, só deseja sair e chegar em casa em paz. A classe de advogados, certamente, não aceita declarações como as que foram afeitas pelo presidente da OAB/RJ, pois isto banaliza uma instituição que sempre foi merecedora do respeito da nação brasileira.

FERNANDO CONDE SANGENIS

(por mail, 21/10), Rio

· Não faço aprte da sociedade a que o presidente da OAB/Rj, Wadih Damous, se referiu em sua nota, Não dá mais para tratar o assunto de forma a garantir somente os direitos humanos de facínoras que, com seu poderoso arsenal, aterrorizam todo um estado, determinando leis que estão acima dos preceitos constitucionais das garantias individuais de todo o cidadão. O rigor e a brutalidade necessários no combate ao narcotráfico são uma mensagem clara que não é um bom negócio confrontar o Estado.

RICARDO DROLSHAGEN

(por e-mail, 21/10),Rio

· È no minimo estranha a declarção Wadith Damous, presidente da OAB/RJ. Fui vitima de três roubos nos ultimos seis meses. Em nenhum momento recebi a visita de ONGs nem da OAB/RJ e muito menos de seu presidente Sr. Damous, direitos humanos devem ser para humanod direitos! Parabéns Policiais!.

ALEX GALVÃO

(por e-mail, 20/10), Rio

· Onde estava a OAB quando o menino João Hélio foi arrastado até a morte? E agora, quando o assassino da menina Gabriela tem a condenação cancelada pelo STF, o que tem a tão respeitada Ordem a nos dizer? Desculpem, mas estou de saco cheio. Cadê a minha cidadania? Francamente, crianças morrendo covardemente e a OAB defendendo e preocupada com bandidos assassinos? Chega!

ARY RUBEM GONÇALVES PASSOS

(via Globo Online, 20/10), Rio

· Endosso as palavras da leitora Gleice Ferreira Fonseca (20/10), que sugere ao secretário de Segurança convidar para acompanhar os policiais nas próximas incursões contra os traficantes o presidente da OAB/RJ e dirigentes de ONGs. Sugiro ainda ao governador que peça a esses senhores para promoverem um seminário com os bandidos, sendo eles palestrantes. Parabéns ao governador e ao secretário de Segurança pela ação firme contra a bandidagem.
FRANCISCO CARLOS DUARTE HAYDEN

(por e-mail, 20/10), Rio

· A cada dia fico mais impressionado com a rapidez e a presença da OAB e outras na defesa de marginais. Não vejo os representantes da entidade nos funerais das vítimas de balas perdidas, dos policiais que estão nos defendendo nestes confrontos, ou em visitas aos parentes das vítimas desses bandidos, para proporciona-lhes um mínimo de paz. Será que estes meliantes é quem são os contribuintes destas entidades, ou estou equivocado? Querer criticar o confronto dos policiais com estes marginais, que se encontram dezenas de vezes mais bem armados, é uma afronta ao cidadão de bem.

MARCUS D. G. FREIRE

(por e-mail, 21/10), Rio

· Se no campo de futebol ocorrem faltas abusivas, quanto mais numa guerra, em que adrenalina e morte estão presentes! É demagógica a preocupação do subprocurador Leonardo Chaves sobre "possível atentado à ordem democrática" na operação policial em Senador Camará (onde a polícia sofreu baixas). Ora, os bandidos é que ameaçam a democraica! Tenha bom senso, sr. Procurador! Guerra é guerra, só fale em democracia após a ordem ser estabelecida!

TARCISO NORA MATTOS

(por e-mail, 20/10), Rio

· As ações governamentais de médio e longo prazo devem ser implementadas para oferecer outras oportunidades aos menos favorecidos, o que não diminuirá a bandidagem, mas é imperioso que a polícia recupere o respeito e a dignidade, retomando nas suas mãos a autoridade que foi retirada pela bandidagem. Parabéns à polícia e a seu comando pelas ações que vêm efetuando no sentido de liberar a sociedade deste cancro que, pelo tamanho, somente pode ser extirpado por ato cirúrgico extremamente invasivo. As eventuais e lamentáveis perdas de inocentes que tombam pela ação da bandidagem.

EURICO MORENO COCCARO

(por e-mail, 20/10), Rio

Publicado em 22 de outubro de 2007

A operação mostrada na TV provocou a manifestação de sociólogos de plantão ligados a ONGs, que trazem em comum o discurso de que quando o helicóptero da polícia perseguia dois bandidos, teria havido um execução. Ao que se saiba, a execução se define como um acontecimento em que o adversário, seja bandido ou não, foi subjugado e, apesar de j[a não apresentar resistência, é morto estando indefeso pelo vitorioso. No caso do helicóptero, o que dá para perceber é que este, ao ser alvejado, levou sua tripulação a reagir na forma mais adequada em situação de perigo, que é tentar aniquilar o inimigo, o que, aparentemente, pelo menos no momento foi feito. Certamente, os sociólogos e humanistas de plantão, se estivessem no terreno, ao experimentar tal nível de estresse, talvez pudessem entender essa situação sem se mostrar hipócritas.

Júlio Pires Lopes (por e-mail, 19/10), Rio

O traficante sobrevive porque o usuário existe. A vítima dos viciados é a sociedade, e não o meliante sanguinário que se impõe pelo terror. Temos que exigir penas severas para os consumidores de drogas presos flagrante, independentemente da quantidade em seu poder e de sua classe social. Sabemos que a grande maioria dos usuários que sustentam a compra do armamento bélico portado pelo tráfico é da classe média alta, portanto devem ser punidos com mais rigor, até porque têm cultura privilegiada, o que não acontece com usuários favelados. Quanto mais elevado o grau de instrução, maior o tempo de prisão. A pena para quem compra drogas deve ser igual à de quem compra.

Deborah Farah (por e-mail, 18/10), Rio

Vergonhosa para não dizer injusta e covarde a crítica da OAB ao justo e necessário enfrentamento das polícias no Rio de Janeiro contra o crime organizado! A OAB, desse modo, coloca-se na contra-mão daquilo que o povo quer e apóia, bem como indiretamente dá força ao crime organizado ao criticar ao aparato do Estado no uso do poder de polícia conferido pela Constituição no estado democrático e de direito par aa defesa de todos em sociedade. Juntou-se sem querer a veneranda instituição dos advogados do Brasil à má companhia dos defensores do crime e dos apologistas do ilícito travestidos de cantores dos pretos panos, suspeitas ONGs com livre trânsito junto ao tráfico, pretensos escritores da periferia intelectuais ociosos e despregados da realidade de nossa universidades, bem como padres com um estranho senso cristão em que se dispensa a atenção à vítima para orar somente pelos bandidos! É o Brasil, ingrato como sempre!

Paulo Boccato (por e-mail, 18/10), São Carlos, SP

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